22 jul 2008

Antropologia do Diálogo

Alunos do Curso de Pós-Graduação em Diálogo Ecumênico e Inter-religioso do Instituto Teológico do Estado de Santa Catarina (ITESC) poderão baixar o roteiro das aulas de Antropologia do Diálogo AQUI

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27 mai 2008

Novos recursos na área de “cultura”

Publicado por Timóteo Carriker na categoria recursos missionários

Na página de material para baixar, na categoria “cultura“, acabamos de lançar os seguintes recursos novos: Continue lendo… »

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28 mar 2008

III Curso de Pós-graduação em Diálogo Ecumênico e Inter-religioso

Publicado por Timóteo Carriker na categoria preparo missionário

O Instituto Teológico de Santa Catarina abre o III Curso de Pós-graduação em Diálogo Ecumênico e Inter-religioso.

Trata-se de uma importante formação para agentes de pastoral, religiosos/as, professores do Ensino Religioso.

O Curso acontecerá em três etapas, de duas semanas cada uma:

  1. de 14/07 a 26/07 de 2008
  2. de 02/02 a 14/02 de 2009
  3. de 13/07 a 25/07 de 2009

O valor do Curso é de R$ 350.00 cada etapa, muito barato considerando ser uma “pós-graduação”, com reconhecimento do MEC. Há possibilidade de hospedagem no ITESC. Vagas limitadas, com inscrições até 15 de junho.

Informações: (48) 3234 0400 - secretaria@itesc.org.br; www.itesc.ecumenismo.com

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28 mar 2008

II Encontro Catarinense de Judeus, Cristãos e Muçulmanos

Publicado por Timóteo Carriker na categoria eventos

Em nossos tempos, é uma urgência o diálogo entre as religiões, para a convivência pacífica e a promoção de um mundo melhor. Em Florianópolis, vamos realizar nos dias 05 e 06 de abril o

II ENCONTRO CATARINENSE DE JUDEUS, CRISTÃOS E MUÇULMANOS.

O encontro será no Instituto Teológico de Santa Catarina - ITESC.

Informações: elias.wolff@itesc.org.br - 3234 0400

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22 mar 2008

Fé e Ciência: gêmeas amigas, ou inimigas?

Publicado por Timóteo Carriker na categoria

O divórcio entre a fé e a ciência, ou entre a física e a metafísica, marcou o fim da Idade Medieval e o início do Iluminismo. Não me entenda mal. Creio que este divórcio trouxe inestimáveis benefícios para ambos os lados, mas não sem um alto preço. Como os divórcios são caraterizados por brigas, mal entendidos, rotulações preconceituosas ou até mesmo xingações dos dois lados, também a ciência e a teologia sofrem de grande dificuldade de comunicação. Além disto, com o amadurecimento da ciência, cresce a convicção popular que a ela pertence o campo de fatos enquanto à religião pertence o campo de valores. Curiosamente ao campo de fatos se aplica a regra de singularidade e dogma. Isto é, a respeito de determinado fenômeno, cientificamente falando, os fatos são únicos, e uma vez estabelecidos, se tornam dogmas. O inverso ocorre na percepção do papel da religião para quem é relegado campo de valores. Estes valores, não como fatos, são múltiplos e por isso culturalmente não devem ser entendidos como dogmas universais, apenas do gosto do freguês. Continue lendo… »

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19 mar 2008

Novo livro: O evangelho e a cultura

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18 mar 2008

Por uma visão mais ampla da missão

Publicado por Timóteo Carriker na categoria Bíblia

Editorial publicado no jornal, O Estandarte, ano 116, número 2, fevereiro de 2008, p.2

pelo Rev. Gerson Correia de Lacerda

É interessante analisar o texto bíblico que narra o primeiro milagre realizado por Jesus. Está registrado no evangelho de João. Jesus foi a uma festa de casamento em Caná da Galiléia. Durante a celebração, faltou vinho. Jesus resolveu o problema, transformando a água em vinho. Dessa maneira, a festa continuou e não precisou ser encerrada antecipadamente.

Após narrar o milagre de Jesus, o evangelho de João registra as seguintes palavras: Com este, deu Jesus princípio a seus sinais em Caná da Galiléia; manifestou a sua glória, e os seus discípulos creram nele (Jo 2.11). Continue lendo… »

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16 out 2007

Uma perspectiva cristã da ecologia

Publicado por Timóteo Carriker na categoria Bíblia

Extensa reflexão do Rev. Paulo Damião, com muitas citações de autoridades na área, de 22/08/2007:

Para se estabelecer uma Perspectiva Cristã da Ecologia, podemos usar a terminologia que, em geral, é utilizada quando se trata do assunto: Mandato Cultural.

O MANDATO CULTURAL

1. Definições

Entende-se como mandato cultural, a primeira ordem dada por Deus, à raça humana, logo após o ato da criação. Ainda no Éden e bem antes da queda, o ser humano, homem e mulher, criados por Deus, foram envolvidos pelo Criador em algumas tarefas e funções, especialmente, a de estabelecer regras para sua sobrevivência no relacionamento pessoal, interpessoal, com as demais criaturas e com toda a natureza.

C. René Padilha, teólogo latino-americano, assim define o mandato cultural :

O homem é a imagem de Deus, porque o representa e está investido de sua autoridade. O Deus, ao qual o homem se parece é aquele que cria o universo e os seres viventes por meio de sua palavra, mas, imediatamente, faz uma imagem de si próprio e o coloca no mundo como seu representante. É o Criador que implanta no Homem sua própria criatividade e faz dele seu legítimo representante, confiando-lhe a mordomia de sua criação. Ao Homem, como sua imagem, seu representante, Deus dá faculdade de reproduzir-se e confia a mordomia do mundo. A tarefa humana fundamental é o governo da realidade criada, em representação a Deus e sob sua autoridade. Esse é o Mandato Cultural, em cujo cumprimento o ser humano manifesta, efetivamente, que é Imago Dei. O Homem completo, como ser somático e espiritual, assemelha-se a Deus porque a ele foi confiada a mordomia da criação. Nisso se radica a base da responsabilidade humana no uso e cuidado dos recursos naturais, bem como, no desenvolvimento científico e tecnológico.

Para J. Stott, teólogo britânico, o Mandato Cultural se estabelece em três afirmações legítimas :

  1. Deus deu ao homem domínio sobre a terra. Assim, pois, desde o princípio, os seres humanos foram dotados de uma dupla unicidade: têm a imagem de Deus (que compreende qualidades racionais, morais, sociais e espirituais que tornam possível nosso conhecimento d’Ele), e exercemos domínio sobre a terra e suas criaturas. De fato, o caráter único do domínio sobre a terra se deve ao caráter único da nossa relação com Deus.
  2. Este domínio é corporativo. Ao exercer o domínio recebido de Deus, não se cria os processos da natureza, senão que se coopera com eles. Neste sentido é um senhor, de acordo com o propósito de Deus e seu mandato. Porém, também, é um filho em sua dependência última da providência paterna de Deus, que é quem lhe dá a luz do sol, a chuva e estações frutíferas do ano.
  3. Este domínio é delegado e portanto, responsável. O domínio que exercemos sobre a terra, não nos pertence por direito, senão, somente por favor. A terra nos “pertence” não porque a criamos nem porque somos seus proprietários, senão, porque seu Criador no-la tem confiado para dela cuidar.

Timóteo Carriker, missionário e missiólogo no Brasil, assim define o mandato cultural:

A imagem de Deus imputada no homem, a de “reinar” ou “dominar”, que é constatada em Gênesis 1.26, é elaborada logo depois nos versículos 27 e 28. O versículo 27 esclarece que esta tarefa pertence ao homem no sentido genérico, isto é, ao homem e à mulher. Somente os dois juntos realizam a primeira ordenança de Deus, e nenhum dos dois só, é capaz de realizá-la (CARRIKER, 1992, p.23). Continue lendo… »

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21 set 2007

Insatisfação

Recentemente li o seguinte artigo pelo Rev. Gerson Correia de Lacerda, publicado em O Estandarte, revista oficial da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil. Foi no Editorial do número 118 da revista. Fiquei muito impressionado porque o artigo identifica com precisão um dos mais importantes requisitos do trabalho missionário, facilmente neglenciado. Veja a seguir:

No dia 12 de agosto, comemoramos o 148º aniversário da chegada do Rev. Ashbel Green Simonton ao Brasil. Ele foi o primeiro missionário presbiteriano enviado pela Igreja dos Estados Unidos ao nosso país.

Era bastante jovem. Tinha nascido no dia 20/1/1833. Estava, pois, com apenas 26 anos. Não sabia falar português. Desembarcou no Rio de Janeiro, onde começou a trabalhar pela semeadura do evangelho em nossa terra.

O Brasil era considerada uma região de risco e de muitas dificuldades para a proclamação do evangelho. A febre amarela ceifava vidas em grande quantidade. Além disso, a Constituição Brasileira daquela época era muito clara. Estabelecia que o Brasil era um país católico apostólico romano. Oficialmente, não era permitida a pregação a qualquer igreja reformada. Continue lendo… »

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20 ago 2007

Nova tradução da Carta aos Efésios

Publicado por Timóteo Carriker na categoria Bíblia

Em 2003 iniciei uma tradução do Novo Testamento do grego, começando com a carta de Paulo aos efésios. Ainda traduzi a Carta aos Filipenses, mas perdi todo o trabalho deste último quando o meu laptop foi roubado. Não tive mais tempo de voltar ao projeto e como português não é a minha língua materna, não recebi muito encorajamento de continuar :(

Mas aqui está o resultado daquele esforço. Publico aqui especialmente para uma amiga e colega de longa data, Dra. Sherron George:

Carta aos Efésios

1 De: Paulo, enviado especial de Cristo Jesus, pelo desejo de Deus

Para: os cristãos comprometidos, que vivem em Éfeso e são fiéis na sua caminhada com Cristo Jesus

2 Que Deus, nosso Pai, e o Senhor Jesus Cristo dêem para vocês graça e paz.

(Veja a tradução completa aqui)

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