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	<title>Fé e Missão &#187; recursos  missionários</title>
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	<description>Reflexões sobre o engajamento bíblico e missionário da igreja</description>
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		<title>Antropologia do Diálogo</title>
		<link>http://missao.info/2008/07/22/antropologia-do-dialogo/</link>
		<comments>http://missao.info/2008/07/22/antropologia-do-dialogo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 16:56:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Timóteo Carriker</dc:creator>
				<category><![CDATA[recursos  missionários]]></category>
		<category><![CDATA[seminário]]></category>
		<category><![CDATA[antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[diálogo]]></category>

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		<description><![CDATA[Alunos do Curso de Pós-Graduação em Diálogo Ecumênico e Inter-religioso do Instituto Teológico do Estado de Santa Catarina (ITESC) poderão baixar o roteiro das aulas de Antropologia do Diálogo AQUI]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alunos do Curso de Pós-Graduação em Diálogo Ecumênico e Inter-religioso do Instituto Teológico do Estado de Santa Catarina (ITESC) poderão baixar o roteiro das aulas de <em>Antropologia do Diálogo </em><a href="http://missao.info/wp-content/uploads/2008/07/antropologia-do-dialogo-roteiro-2008-itesc.doc" target="_blank">AQUI</a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save"><img src="http://missao.info/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a> </p>]]></content:encoded>
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		<title>Novos recursos na área de &#8220;cultura&#8221;</title>
		<link>http://missao.info/2008/05/27/novos-recursos-na-area-de-cultura/</link>
		<comments>http://missao.info/2008/05/27/novos-recursos-na-area-de-cultura/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 May 2008 13:04:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Timóteo Carriker</dc:creator>
				<category><![CDATA[recursos  missionários]]></category>

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		<description><![CDATA[Na página de material para baixar, na categoria &#8220;cultura&#8220;, acabamos de lançar os seguintes recursos novos: Movimentos de revitalização de Anthony Wallace Este é um artigo clássico e muito citado dentro do campo da antropologia e sociologia da religião, escrito por Anthony Wallace. Foi traduzido alguns anos atrás junto com mais doze artigos clássicos (aguarde!) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na página de material para <a href="http://missao.info/baixar/" target="_blank">baixar</a>, na categoria &#8220;<a href="http://missao.info/baixar/cultura-e-sociedade/" target="_blank">cultura</a>&#8220;, acabamos de lançar os seguintes recursos novos:<span id="more-232"></span></p>
<ul>
<li><strong><a href="http://missao.info/wp-content/uploads/2007/11/wallace.pdf" target="_blank"><em>Movimentos de revitalização </em></a></strong>de <strong>Anthony Wallace</strong></li>
</ul>
<blockquote><p> Este é um artigo clássico e muito citado dentro do campo da antropologia e sociologia da religião, escrito por Anthony Wallace. Foi traduzido alguns anos atrás junto com mais doze artigos clássicos (<u><em>aguarde!</em></u>) para aulas de antropologia missionária.</p></blockquote>
<ul>
<li><strong><a href="http://missao.info/wp-content/uploads/2008/05/aprendizagem-de-linguas.pdf" target="_blank"><em>A Aprendizagem de Línguas por Missionários</em></a> </strong>de <strong>Marta Carriker</strong></li>
</ul>
<blockquote><p><strong><strong> </strong></strong>Um estudo feito pela minha esposa, Marta, e publicado em 1993 pela Editora Mundo Cristão na série, <em>Missões na Igreja Brasileira.</em></p></blockquote>
<ul>
<li><strong><a href="http://missao.info/wp-content/uploads/2008/05/5-pilares-do-isla.pdf" target="_blank"><em>O Cinco Pilares do Islã </em></a></strong>de <strong>Dudley Woodberry</strong></li>
</ul>
<blockquote><p><strong><strong><em> </em></strong></strong>É um estudo que descreve os fundamentos do islamismo que se derivaram dos antecedentes judaicos e cristãos primitivos.</p></blockquote>
<ul>
<li><strong><a href="http://missao.info/wp-content/uploads/2008/05/definicao-transcultural-do-pecado.pdf" target="_blank"><em>Em busca duma definição transcultural do pecado </em></a></strong>de <strong>Wayne Dye</strong></li>
</ul>
<blockquote><p>Uma reflexão fascinante de considera vários fatores culturais na compreensãopor um grupo étnico do &#8220;pecado&#8221;.</p></blockquote>
<p><strong>APRESENTAÇÕES (POWERPOINT)</strong></p>
<ul>
<li><strong><a href="http://missao.info/wp-content/uploads/2008/05/tipos-de-espiritismo.ppt" target="_blank"><em>O Espiritismo Brasileiro</em></a> </strong>de <strong>Timóteo Carriker</strong></li>
</ul>
<blockquote><p>Uma transparência que procure ilustrar a relação entre o catolicismo, o kardecismo, os cultos afro-brasileiros e os cultos indígenas na formação da umbanda e outras expressões de espiritismo no Brasil.</p></blockquote>
<ul>
<li><a href="http://missao.info/wp-content/uploads/2008/05/processo-de-revitalizacao.ppt" target="_blank"><strong><em>O Processo de Revitalização</em></strong></a> de <strong>Timóteo Carriker<br />
</strong></li>
</ul>
<blockquote><p>Esta transparência se baséia na teoria de Anthony Wallace (veja acima) sobre os diversas opções sociais no processo da revitalização duma cultura que poderá lever ou para uma nova situação de contextualização, sincretismo, adoção cultural, tradicionalismo ou simplesmente extinção.</p></blockquote>
<ul>
<li><strong><a href="http://missao.info/wp-content/uploads/2008/05/religioes-brasileiras.ppt" target="_blank"><em>Surgimento das Religiões Brasileiras </em></a></strong>de <strong>Timóteo Carriker</strong></li>
</ul>
<blockquote><p><strong><strong><em> </em></strong></strong>É uma só transparência que mostra uma síntese do surgimento e entrelaçamento das principais religiões no Brasil: os cultos indígenas, o catolicismo, os cultos africanos, o protestantismo, o umbanda, o pentecostalismo e o kardecismo.</p></blockquote>
<ul>
<li><a href="http://missao.info/wp-content/uploads/2008/05/formas-e-significados.ppt" target="_blank"><em><strong>As Formas e os Sentidos</strong></em></a>  de <strong>Timóteo Carriker</strong></li>
</ul>
<blockquote><p>As diversas combinações de formas e sentidos, autóctones e alóctones que resultam na contextualização, no sincretismo, no tradicionalismo ou na dominação cultural.</p></blockquote>
<ul>
<li><strong><a href="http://missao.info/wp-content/uploads/2008/05/contextualizacao.ppt" target="_blank"><em>A Contextualização</em></a> </strong>de <strong>Timóteo Carriker</strong></li>
</ul>
<blockquote><p>Como proceder para facilitar a contextualização?</p></blockquote>
<ul>
<li><strong><a href="http://missao.info/wp-content/uploads/2008/05/explanacao-religiosa.ppt" target="_blank"><em>A Explanação Religiosa</em></a> </strong>de <strong>Timóteo Carriker</strong></li>
</ul>
<blockquote><p>Os diversos níveis e tipos de explanação religiosa baseada nas observações de Paul Hiebert.</p></blockquote>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save"><img src="http://missao.info/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a> </p>]]></content:encoded>
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		<title>Novo livro: O evangelho e a cultura</title>
		<link>http://missao.info/2008/03/19/novo-livro-o-evangelho-e-a-cultura/</link>
		<comments>http://missao.info/2008/03/19/novo-livro-o-evangelho-e-a-cultura/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 16:14:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Timóteo Carriker</dc:creator>
				<category><![CDATA[preparo  missionário]]></category>
		<category><![CDATA[recursos  missionários]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="350" ><param name="src" value="http://www.lulu.com/author/widgets/msf/ministorefront.swf?theme=7&#038;showThumbnail=true&#038;showDescription=true&#038;showTitle=true&#038;widgetName=tim+carriker%27s+Storefront&#038;luluID=2139667&#038;lang=en_US&#038;version=20080318171841" /><param name="wmode" value="transparent"><embed src="http://www.lulu.com/author/widgets/msf/ministorefront.swf?theme=7&#038;showThumbnail=true&#038;showDescription=true&#038;showTitle=true&#038;widgetName=tim+carriker%27s+Storefront&#038;luluID=2139667&#038;lang=en_US&#038;version=20080318171841" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" wmode="transparent" ></embed></object></p>
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		<title>Insatisfação</title>
		<link>http://missao.info/2007/09/21/insatisfacao/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Sep 2007 23:10:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Timóteo Carriker</dc:creator>
				<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[recursos  missionários]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente li o seguinte artigo pelo Rev. Gerson Correia de Lacerda, publicado em O Estandarte, revista oficial da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil. Foi no Editorial do número 118 da revista. Fiquei muito impressionado porque o artigo identifica com precisão um dos mais importantes requisitos do trabalho missionário, facilmente neglenciado. Veja a seguir: No dia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente li o seguinte artigo pelo Rev. Gerson Correia de Lacerda, publicado em  <em>O Estandarte</em>, revista oficial da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil. Foi no Editorial do número 118 da revista. Fiquei muito impressionado porque o artigo identifica com precisão um dos mais importantes requisitos do trabalho missionário, facilmente neglenciado. Veja a seguir:</p>
<p><em>No dia 12 de agosto, comemoramos o 148º aniversário da chegada do Rev. Ashbel Green Simonton ao Brasil. Ele foi o primeiro missionário presbiteriano enviado pela Igreja dos Estados Unidos ao nosso país.<br />
</em></p>
<p><em>Era bastante jovem. Tinha nascido no dia 20/1/1833. Estava, pois, com apenas 26 anos. Não sabia falar português. Desembarcou no Rio de Janeiro, onde começou a trabalhar pela semeadura do evangelho em nossa terra.<br />
</em></p>
<p><em>O Brasil era considerada uma região de risco e de muitas dificuldades para a proclamação do evangelho. A febre amarela ceifava vidas em grande quantidade. Além disso, a Constituição Brasileira daquela época era muito clara. Estabelecia que o Brasil era um país católico apostólico romano. Oficialmente, não era permitida a pregação a qualquer igreja reformada.</em><span id="more-125"></span></p>
<p><em>Nada disso, porém, impediu o Rev. Simonton de vir e de exercer seu ministério em terras brasileiras. Na verdade, ele não se limitou a isso. Estimulou seu cunhado, que também era pastor, a fazer o mesmo. Foi assim que o Rev. Alexander Latimer Blackford deixou os Estados Unidos para vir iniciar o trabalho presbiteriano em São Paulo, dando origem à comunidade que é a mãe de nossa denominação.<br />
</em></p>
<p><em>Simonton realizou um trabalho notável, pela graça de Deus, em poucos anos de atuação em terras brasileiras. Organizou a primeira igreja presbiteriana brasileira, no Rio de Janeiro, em 12/1/1862. Foi o responsável pelo primeiro periódico protestante, Imprensa Evangélica, em 5/11/1864, do qual o nosso querido O Estandarte é o legítimo sucessor. Com outros missionários, organizou também o primeiro presbitério, denominado do Rio de Janeiro, com as igrejas do Rio, São Paulo e Brotas, em 16/12/1865.<br />
</em></p>
<p><em>Sua vida não foi isenta de sofrimentos. Casado com Helen Murdoch, Simonton viu-a falecer nove dias após o nascimento de sua filha, com apenas 30 anos, em decorrência de complicações do parto.<br />
</em></p>
<p><em>Finalmente, ele mesmo foi chamado à presença do Senhor, antes de completar 35 anos. Tendo viajado a São Paulo, para visitar a filha que estava sendo criada por sua irmã Elizabeth, esposa do Rev. Blackford, seu estado de saúde, que já não era bom, agravou-se. Faleceu no dia 9/12/1867, sendo sepultado no Cemitério dos Protestantes, em São Paulo, SP.<br />
</em></p>
<p><em>Simonton escreveu um Diário. A última anotação data de 31/12/1866, cerca de um ano antes de seu falecimento. Ela termina com as seguintes palavras: Quem me dera um batismo de fogo que consumisse minhas escórias; quem me dera um coração totalmente de Cristo.<br />
</em></p>
<p><em>Isso significa que, apesar da grande e importante obra que desenvolveu, ele não se sentia satisfeito consigo mesmo. Apesar de ter deixado sua terra e seus familiares, para viver como missionário em constante risco numa terra estranha, ele não se considerava uma pessoa notável. Apesar de ter consagrado a sua vida à obra da proclamação do evangelho, ele ainda pensava que era pouco e que precisava se dedicar mais ao Senhor Jesus.<br />
</em></p>
<p><em>A vida de Simonton foi, pois, marcada por uma profunda insatisfação consigo mesmo e com seu trabalho. Era essa insatisfação que fazia com que desejasse fazer mais e melhor, consagrando seu coração totalmente a Cristo.<br />
</em></p>
<p><em>Será que não é essa insatisfação que está nos faltando? Não parece que estamos acomodados e satisfeitos, após 148 anos da chegada de Simonton ao Brasil?</em></p>
<p><img src="http://rakeshkumar.wordpress.com/files/2006/08/technorati.gif" alt="Technorati" /><strong>Technorati: </strong><a href="http://www.technorati.com/tag/missões" rel="tag">missões</a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save"><img src="http://missao.info/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a> </p>]]></content:encoded>
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		<title>A inspiração e autoridade das Escrituras: uma perspectiva missiológica</title>
		<link>http://missao.info/2007/04/03/a-inspiracao-e-autoridade-das-escrituras-uma-perspectiva-missiologica/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2007 12:30:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Timóteo Carriker</dc:creator>
				<category><![CDATA[fé]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[recursos  missionários]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das &#8220;reformas&#8221; mais marcantes da Reforma Protestante foi no seu conceito das Sagradas Escrituras. O grito protestante (era mesmo um protesto!), sola Scriptura, era o anúncio inequívoco da suprema autoridade e plena inspiração da Bíblia e, ao mesmo tempo, uma denúncia da autoridade da tradição eclesiástica que se colocava no mesmo pé de igualdade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das &#8220;reformas&#8221; mais marcantes da Reforma Protestante foi no seu conceito das Sagradas Escrituras. O grito protestante (era mesmo um protesto!), <em>sola Scriptura</em>, era o <em>anúncio</em> inequívoco da suprema autoridade e plena inspiração da Bíblia e, ao mesmo tempo, uma <em>denúncia </em>da autoridade da tradição eclesiástica que se colocava no mesmo pé de igualdade com as Escrituras. O discurso reformado a respeito das Escrituras foi tão marcante que surtiu vários efeitos significantes. Por exemplo, transformou o conceito e a ordem da liturgia cristã. Com a ênfase no <em>sola Scriptura</em> destacava-se a pregação da Palavra, ao invés da celebração da ceia como na missa católica. Também a ênfase na autoridade suprema das Escrituras contribuiu para mudanças no governo da igreja. E assim as igrejas reformadas se distanciaram dum sistema de governo estreitamente hierárquico. É possível dizer que o respaldo de <em>sola Scriptura</em> despertou um novo interesse na exegese e menor interesse na dogmática ou na teologia histórica que, até hoje, são exploradas mais no meio católico (talvez os nossos teólogos discordem comigo!). Além destas transformações inteiras, a doutrina da autoridade e inspiração da Bíblia influenciou significantemente até mesmo na organização social e cultural dos povos mais atingidos pela Reforma Protestante. Por exemplo, por valorizar a leitura, foram especialmente os protestantes, por meio do movimento missionário, que promoveram cada vez mais a alfabetização, o ensino popular e até mesmo a ciência. Também contribuiu para o nascimento e promoção dos conceitos democráticos de governo. Logo a &#8220;reforma&#8221; no conceito das Escrituras foi incalculável dentro e fora da igreja, e permenece um dos assuntos mais importantes no meio evangélico.</p>
<p>Por isso mesmo, resolvi escrever sobre este assunto sob uma nova ótica, a da missiologia. A missiologia, diferente da teologia, é uma reflexão dinâmica a partir da tarefa da igreja no mundo. Disto, eventualmente nasce a sua filha, a teologia, que procura sistematizar as reflexões missiólogicas além do seu contexto original e aplicá-las de modo mais geral. A reflexão que encontramos no Novo Testamento, por exemplo, é &#8220;missiológica&#8221;. Podemos também chamá-la de teologia de praxis. Foram os apologistas dos séculos posteriores que produziram as primeiras &#8220;teologias&#8221; como conhecemos hoje, em forma mais sistemática.<span id="more-83"></span></p>
<p>O que diremos, pois, da autoridade e inspiração das Escrituras, duma perspectiva missiológica? Primeiro, lembramos duma importante distinção teológica dos reformadores. Entenderam que todas as três afirmações básicas da Reforma, <em>sola Scriptura</em> (somente as Escrituras), <em>sola gratia</em> (somente a graça), e <em>sola fidei</em> (somente a fé), devem ser subordinadas à afirmação maior de <em><strong>solus Christus</strong></em>. Por isso queriam dizer que, sem um encontro vivo com Cristo, não se ouve as Escrituras com a devida inspiração e autoridade divinas porque Cristo é quem se dirije a nós pela leitura da Bíblia. Também, não experimentamos a graça de Deus, senão, somente pela eficácia da morte e ressurreição de Cristo, e somente dele nasce a nossa fé. É bom ressaltar esta distinção hoje, porque põe a discussão a respeito das Escrituras no seu devido lugar mais pessoal e menos abstrato, um lugar que ao meu ver, tanto <em>intensifica </em>a sua importância quanto a <em>dinamiza</em>.</p>
<p><em>Intensifica </em>porque se Cristo nos fala de modo especial através das Escrituras, a sua autoridade e inspiração aumentam. <em>Dinamiza </em>porque tal inspiração e autoridade se mostra muito mais pessoal e relacional que abstrata, estática e mecânica. Afinal, a linguagem das Escrituras a seu próprio respeito não é uma linguagem altamente pessoal e relacional?  Veja, por exemplo, as seguintes afirmações bíblicas do salmista:</p>
<ul>
<li>Com a sua palavra Deus veio curá-los e livrou-os da morte! (Salmo 107.20)</li>
<li>Como é doce o gosto das tuas palavras; é mais doce do que o mel! (Salmo 119.103) &#8230; Antes de me teres punido, andava errado; mas agora obedeço à tua palavra. (v.67) &#8230; Com ânsia espero que me salves; pois pus a minha esperança na tua palavra!  Os meus olhos anseiam por ver cumprida a tua palavra e eu pergunto: &#8220;Quando virás dar-me conforto?&#8221; (vv. 81-82) &#8230; A tua palavra é o farol que me guia; é a luz do meu caminho.  Fiz um juramento e vou cumpri-lo: porei em prática os teus justos decretos. (vv.105-106) &#8230; Tu és quem me ampara e me protege; na tua palavra pus a minha esperança. (v.114)</li>
<li>Com toda a minha alma espero o Senhor e confio na sua palavra. (Salmo 130.5)</li>
</ul>
<p>A resposta apropriada e igualmente pessoal do seguidor de Deus somente pode ser uma de plena e alegre obediência, sem diminuir ou acrescentar uma só palavra (Deuteronômio 4.2).</p>
<p>Mas mesmo com esta dimensão altamente experimental, são muitas descrições da <em>qualidade </em>em si das Escrituras. A &#8220;essência&#8221; da Palavra de Deus se descreve tipicamente com qualificativos superlativos, tais como:</p>
<ul>
<li>&#8220;perfeita&#8221;, &#8220;fiel&#8221; e &#8220;sábias&#8221; (Salmo 19.8)</li>
<li>&#8220;justas&#8221;, &#8220;claras&#8221;, e esclarecedoras&#8221; (Salmo 19.9)</li>
<li>&#8220;boas&#8221;, &#8220;permanentes&#8221; e &#8220;verdadeiras&#8221; (Salmo 19.10)</li>
<li>&#8220;mais desjáveis do que ouro puro&#8221; e &#8220;mais doces que o mel dos favos&#8221; (Salmo 19.11)</li>
<li>&#8220;instrutivas&#8221; e &#8220;proveitosas&#8221; (Salmo 19.12)</li>
</ul>
<p>Três qualificativos são especialmente aplicados à essência das Escrituras: são <em>verdadeiras </em>(cf. Salmo 33.4-5) ,  são <em>confiáveis </em>(Cf. Salmo 119.89-91, 160) ; e são <em>eficazes </em>ou poderosas  (cf. Hebreus 4.12; Filemom 6; e Tiago 1.22).</p>
<p>Com tantos qualificativos tão bons e tão superlativos é admirável a insistência atual no meio evangélico no uso da palavra &#8220;inerrante&#8221; para qualificar a doutrina da inspiração e autoridade das Escrituras! A forte impressão que se tem é que sem uma afirmação da inerrância das Escrituras, não há um compromisso ortodoxo e sério o suficiente com as Escrituras. Mas se fosse assim, a perspectiva das Escrituras ao seu próprio respeito seria aquém de tal definição de ortodoxia. Ao meu ver, o contrário é o caso. Isto é, <em>uma afirmação da inerrância das Escrituras é uma afirmação muito aquém da afirmação das próprias Escrituras</em>. A afirmação da inerrância das Escrituras é uma afirmação insuficiente quando se depara com as afirmações nas Escrituras a seu próprio respeito. O problema com o conceito da inerrância são vários, a saber:</p>
<ol>
<li>Na prática, a doutrina da inerrância impõe um critério estranho e moderno à avaliação das Escrituras. Digo &#8220;na prática&#8221; porque a doutrina da inerrância frequentemente desemboca numa metodologia de interpretação que desvaloriza a crítica histórica e metodologias que não sejam apenas gramaticais. No fim, a defesa da doutrina da inerrância corre o perigo de ser muito mais uma luta a favor de uma metodologia de interpretação do que uma defesa da autoridade e inspiração das Escrituras em si. Ora, a metodologia gramatical é o bê-á-bá da interpretação bíblica e de toda análise literária. Entretanto, lingüistas e peritos na área da comunicação, todos concordam que a metodologia gramatical não é a única metodologia à nossa disposição no estudo literário e certamente não revela tudo.</li>
<li>Na Bíblia o conceito de inerrância é um conceito aplicado a pessoas (Gênesis 4.12, 14; Jó 6.24; Salmo 58.4; 119.176; Jeremias 50.9; Juízes 20.16; Provérbios 12.26; 14.22) e não às Escrituras. Quem deve ser inerrante somos nós na nossa conduta e na nossa fé! Ou seja, o conceito da inerrância&#8221; é um conceito que provém do campo da <em>ética</em>, e não do campo da <em>ontologia</em>. Refere-se à conduta humana, e não à composição das Escrituras. O mais certo é advogar a doutrina da inerrância (isto é, a perseverança) na conduta cristã!</li>
</ol>
<p>O que estamos dizendo, então: que as Escrituras podem errar? Se por isso, quer dizer, que as Escrituras são imperfeitas, menos que justas, não inteiramente fiéis, não tão doce quanto o mel ou menos desejáveis que ouro refinado&#8230; então, de jeito algum! Neste sentido podemos também afirmar a inerrância das Escrituras, sem entretanto, limitar as metodologias que aplicamos a sua interpretação. Mas infelizmente não é apenas isso que os defensores da inerrância das Escrituras querem promover. Querem também promover <em>uma </em>metodologia &#8220;certa&#8221; de interpretação e <em>censurar </em>outras.</p>
<p>Qual seria uma postura recomendável, se formos obrigados a ultrapassar ou resumir as belas afirmações das próprias Escrituras? Diríamos assim&#8230;</p>
<ol>
<li>As Escrituras são uma parte essencial e um relato fidedigno da auto-revelação especial de Deus. Todos os livros do Antigo e do Novo Testamento foram inspirados por Deus, se constituem como a sua palavra escrita, a única regra infalível de fé e de prática. Devem ser interpretados conforme o seu contexto e propósito e obedecidos no temor do Senhor que é quem fala por meio deles em poder vivo. Assim, reconhecemos o processo histórico, cultural e literário no qual os diversos autores viviam e escreveram e pelo qual Deus nos trouxe a Palavra. Igualmente, reconhecemos os propósitos de cada autor e, acima de tudo, que Deus teve quando as Escrituras foram escritas. Efetivamente pressupomos, usando a analogia da encarnação, a plena divina inspiração das Escrituras, quanto a sua plena humanidade ou historicidade.</li>
<li>Como a Palavra de Deus, todas as Escrituras são absolutamente essenciais para nossa ação em prol do Evangelho. Esta postura nos leva à participação sem vacilar no <em>missio Dei</em>, revelada definitivamente em Jesus Cristo e manifestada pela obra contínua do Espírito Santo. A criação inteira, inclusive toda a humanidade, encontra o seu devido propósito e lugar unicamente em relacionamento vivo com Jesus Cristo.</li>
<li>A igreja compreende a sua tarefa no mundo (a motivação, o meio, a prioridade, o alvo, o alcance e o significado desta missão) em referência a própria missão de Deus para e em prol do mundo. Esta compreensão se informa por reflexão cuidadosa na revelação de Deus nas Escrituras e por atenção diligente, conforme o padrão paulino, em contextos específicos. A reflexão da igreja sobre sua tarefa no mundo (a missiologia) nunca se completa, da mesma forma que a sua missão para e pelo mundo só se completa no retorno de Cristo. A reflexão teológica contextual sempre permanece essencial para o engajamento eficaz da igreja na missão de Deus.</li>
<li>&#8220;Missão&#8221;, portanto, sempre é a <em>raison d&#8217;être</em> <strong>penúltima </strong>da igreja. Sua razão <strong>última </strong>de ser, para a qual a missão deverá contribuir, é a glória de Deus. Esta distinção é imporante e nos guarda dos perigos da auto-promoção eclesiática ou missionária. Quando a igreja se engaja corajosa e sacrificialmente na missão de Deus, sua própria chamada se renova e a glória de Deus é mais conhecida pela superfície da terra.</li>
<li>A igreja hoje continua a tarefa do povo de Deus desde o chamado de Abraão e que é  derivada da própria missão e natureza de Deus. A natureza atual desta tarefa se esclarece através da reflexão atenciosa nas manifestações anteriores da misão de Deus através dos séculos, mas com atenção especial às Escrituras e reconhecendo a prioridade hermenêutica do Novo Testamento como o cumprimento desta expressão.</li>
<li>O desempenho da igreja na missão de Deus deve ser contínuo não apenas com a história desta missão, mas também deve se expressar em continuidade com todo o povo de Deus ao redor do mundo. Isto é, a unidade do povo de Deus mundialmente é também desafio para sua fidelidade. Em João 17.21, Cristo orou em favor dos seus seguidores, &#8220;que todos sejam um, como tú és,ó Pai, em mim e eu em ti também sejam eles em nós, para que o mundo creia que tú me enviaste.&#8221; Que nós sejamos uma resposta a esta oração ao invés da sua ocasião.</li>
</ol>
<p>Eis as nossas observações mais missiológicas. E uma boa afirmação teológica? Ainda achamos que a <strong><em>Confissão de Westminster</em></strong> promove excelente reflexão teológica da autoridade e inspiração das Escrituras. Veja, especialmente os seguintes parágrafos:</p>
<p>CAPÍTULO I<br />
DA ESCRITURA SAGRADA</p>
<p>I. Ainda que a luz da natureza e as obras da criação e da providência de tal modo manifestem a bondade, a sabedoria e o poder de Deus, que os homens ficam inescusáveis, contudo não são suficientes para dar aquele conhecimento de Deus e da sua vontade necessário para a salvação; por isso foi o Senhor servido, em diversos tempos e diferentes modos, revelar-se e declarar à sua Igreja aquela sua vontade; e depois, para melhor preservação e propagação da verdade, para o mais seguro estabelecimento e conforto da Igreja contra a corrupção da carne e malícia de Satanás e do mundo, foi igualmente servido fazê-la escrever toda.  Isto torna indispensável a Escritura Sagrada, tendo cessado aqueles antigos modos de revelar Deus a sua vontade ao seu povo.</p>
<p>Referências &#8211; Sal. 19: 1-4; Rom. 1: 32, e 2: 1, e 1: 19-20, e 2: 14-15; I Cor.  1:21, e 2:13-14; Heb. 1:1-2; Luc. 1:3-4; Rom. 15:4; Mat. 4:4, 7, 10; Isa.  8: 20; I Tim. 3: I5; II Pedro 1: 19.</p>
<p>II. Sob o nome de Escritura Sagrada, ou Palavra de Deus escrita, incluem-se agora todos os livros do Velho e do Novo Testamento, que são os seguintes, todos dados por inspiração de Deus para serem a regra de fé e de prática:</p>
<p>O VELHO TESTAMENTO</p>
<p>Gênesis<br />
Êxodo<br />
Levítico<br />
Números<br />
Deuteronômio<br />
Josué<br />
Juízes<br />
Rute<br />
I Samuel<br />
II Samuel<br />
I Reis<br />
II Reis<br />
I Crônicas<br />
II Crônicas<br />
Esdras<br />
Neemias<br />
Ester<br />
Jó<br />
Salmos<br />
Provérbios<br />
Eclesiastes<br />
Cântico dos Cânticos<br />
Jeremias<br />
Isaías<br />
Lamentações<br />
Ezequiel<br />
Daniel<br />
Oséias<br />
Joel<br />
Amós<br />
Obadias<br />
Jonas<br />
Miquéias<br />
Naum<br />
Habacuque<br />
Sofonias<br />
Ageu<br />
Zacarias<br />
Malaquias</p>
<p>O NOVO TESTAMENTO</p>
<p>Mateus<br />
Marcos<br />
Lucas<br />
João<br />
Atos<br />
Romanos<br />
I Coríntios<br />
II Coríntios<br />
Gálatas<br />
Efésios<br />
Filipenses<br />
Colossenses<br />
I Tessalonicenses<br />
II Tessalonicenses<br />
I Timóteo<br />
II Timóteo<br />
Tito<br />
Filemon<br />
Hebreus<br />
Tiago<br />
I Pedro<br />
II Pedro<br />
I João<br />
II João<br />
III João<br />
Judas<br />
Apocalípse</p>
<p>Ref. Ef. 2:20; Apoc. 22:18-19: II Tim. 3:16; Mat. 11:27.</p>
<p>III. Os livros geralmente chamados Apócrifos, não sendo de inspiração divina, não fazem parte do cânon da Escritura; não são, portanto, de autoridade na Igreja de Deus, nem de modo algum podem ser aprovados ou empregados senão como escritos humanos.</p>
<p>Ref.  Luc. 24:27,44; Rom. 3:2; II Pedro 1:21.</p>
<p>IV. A autoridade da Escritura Sagrada, razão pela qual deve ser crida e obedecida, não depende do testemunho de qualquer homem ou igreja, mas depende somente de Deus (a mesma verdade) que é o seu autor; tem, portanto, de ser recebida, porque é a palavra de Deus.</p>
<p>Ref.  II Tim. 3:16; I João 5:9, I Tess. 2:13.</p>
<p>V. Pelo testemunho da Igreja podemos ser movidos e incitados a um alto e reverente apreço da Escritura Sagrada; a suprema excelência do seu conteúdo, e eficácia da sua doutrina, a majestade do seu estilo, a harmonia de todas as suas partes, o escopo do seu todo (que é dar a Deus toda a glória), a plena revelação que faz do único meio de salvar-se o homem, as suas muitas outras excelências incomparáveis e completa perfeição, são argumentos pelos quais abundantemente se evidencia ser ela a palavra de Deus; contudo, a nossa plena persuasão e certeza da sua infalível verdade e divina autoridade provém da operação interna do Espírito Santo, que pela palavra e com a palavra testifica em nossos corações.</p>
<p>Ref.  I Tim. 3:15; I João 2:20,27; João 16:13-14; I Cor. 2:10-12.</p>
<p>VI. Todo o conselho de Deus concernente a todas as coisas necessárias para a glória dele e para a salvação, fé e vida do homem, ou é expressamente declarado na Escritura ou pode ser lógica e claramente deduzido dela. À Escritura nada se acrescentará em tempo algum, nem por novas revelações do Espíri&#8217;to, nem por tradições dos homens; reconhecemos, entretanto, ser necessária a íntima iluminação do Espírito de Deus para a salvadora compreensão das coisas reveladas na palavra, e que há algumas circunstâncias, quanto ao culto de Deus e ao governo da Igreja, comum às ações e sociedades humanas, as quais têm de ser ordenadas pela luz da natureza e pela prudência cristã, segundo as regras gerais da palavra, que sempre devem ser observadas.</p>
<p>Ref.  II Tim. 3:15-17; Gal.  1:8; II Tess. 2:2; João 6:45; I Cor. 2:9, 10, l2; I Cor. 11:13-14.</p>
<p>VII. Na Escritura não são todas as coisas igualmente claras em si, nem do mesmo modo evidentes a todos; contudo, as coisas que precisam ser obedecidas, cridas e observadas para a salvação, em um ou outro passo da Escritura são tão claramente expostas e explicadas, que não só os doutos, mas ainda os indoutos, no devido uso dos meios ordinários, podem alcançar uma suficiente compreensão delas.</p>
<p>Ref.  II Pedro 3:16; Sal. 119:105, 130; Atos 17:11.</p>
<p>VIII. O Velho Testamento em Hebraico (língua vulgar do antigo povo de Deus) e o Novo Testamento em Grego (a língua mais geralmente conhecida entre as nações no tempo em que ele foi escrito), sendo inspirados imediatamente por Deus e pelo seu singular cuidado e providência conservados puros em todos os séculos, são por isso autênticos e assim em todas as controvérsias religiosas a Igreja deve apelar para eles como para um supremo tribunal; mas, não sendo essas línguas conhecidas por todo o povo de Deus, que tem direito e interesse nas Escrituras e que deve no temor de Deus lê-las e estudá-las, esses livros têm de ser traduzidos nas línguas vulgares de todas as nações aonde chegarem, a fim de que a palavra de Deus, permanecendo nelas abundantemente, adorem a Deus de modo aceitável e possuam  a esperança pela paciência e conforto das escrituras.</p>
<p>Ref.  Mat.  5:18; Isa. 8:20; II Tim. 3:14-15; I Cor. 14; 6, 9, ll, 12, 24, 27-28; Col. 3:16; Rom. 15:4.</p>
<p>IX. A regra infalível de interpretação da Escritura é a mesma Escritura; portanto, quando houver questão sobre o verdadeiro e pleno sentido de qualquer texto da Escritura (sentido que não é múltiplo, mas único), esse texto pode ser estudado e compreendido por outros textos que falem mais claramente.</p>
<p>Ref.  At.  15: 15; João 5:46; II Ped. 1:20-21.</p>
<p>X. O Juiz Supremo, pelo qual todas as controvérsias religiosas têm de ser determinadas e por quem serão examinados todos os decretos de concílios, todas as opiniões dos antigos escritores, todas as doutrinas de homens e opiniões particulares, o Juiz Supremo em cuja sentença nos devemos firmar não pode ser outro senão o Espírito Santo falando na Escritura.</p>
<p>Ref.  Mat. 22:29, 3 1; At. 28:25; Gal. 1: 10.<br />
Para uma versão desta reflexão em Word COM NOTAS DE RODAPÉ, siga o seguinte link <a href="http://missao.info/wp-content/uploads/2007/11/inspiracao-das-escrituras.pdf" target="_blank"><strong>AQUI </strong></a></p>
<p>Para uma &#8220;tipologia&#8221; de diversas perspectivas sobre a inspiração das Escrituras, veja o seguinte diagrama: <a href="http://missao.info/wp-content/uploads/2007/11/natureza-divina-e-humana-das-escrituras.pdf" target="_blank"><strong><em>A natureza divina e humana das Escrituras</em></strong></a></p>
<p><a href="http://feemissao.files.wordpress.com/2007/04/natureza-divina-e-humana-das-escrituras.doc" target="_blank"></a></p>
<p><img src="http://rakeshkumar.wordpress.com/files/2006/08/technorati.gif" alt="Technorati" /><strong>Technorati: </strong><a href="http://www.technorati.com/tag/B?blia" rel="tag">Bíblia</a>, <a href="http://www.technorati.com/tag/inspiração+da+B?blia" rel="tag">inspiração da Bíblia</a>, <a href="http://www.technorati.com/tag/autoridade+da+B?blia" rel="tag">autoridade da Bíblia</a>, <a href="http://www.technorati.com/tag/inerrância" rel="tag">inerrância</a>, <a href="http://www.technorati.com/tag/Confissão+de+Westminster" rel="tag">Confissão de Westminster</a>, <a href="http://www.technorati.com/tag/hermenêutica" rel="tag">hermenêutica</a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save"><img src="http://missao.info/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a> </p>]]></content:encoded>
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		<title>Novos recursos para o ensino de missões</title>
		<link>http://missao.info/2007/03/31/novos-recursos-para-o-ensino-de-missoes/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Apr 2007 00:03:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Timóteo Carriker</dc:creator>
				<category><![CDATA[recursos  missionários]]></category>

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		<description><![CDATA[Qual é a natureza missionária da igreja? Na página entitulada &#8220;Missões&#8221; na coluna à direita, se encontrará uma apresentação em PowerPoint que procure responde a esta pergunta. A natureza missionária da igreja Technorati: missões, natureza da igreja]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Qual é a natureza missionária da igreja? Na página entitulada &#8220;Missões&#8221; na coluna à direita, se encontrará uma apresentação em PowerPoint que procure responde a esta pergunta.</p>
<p><a href="http://missao.info/wp-content/uploads/2007/11/a-natureza-missionaria-da-igreja.ppt" target="_blank"><em><strong>A natureza missionária da igreja</strong></em></a></p>
<p><img src="http://rakeshkumar.wordpress.com/files/2006/08/technorati.gif" alt="Technorati" /><strong>Technorati: </strong><a href="http://www.technorati.com/tag/missões" rel="tag">missões</a>, <a href="http://www.technorati.com/tag/natureza+da+igreja" rel="tag">natureza da igreja</a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save"><img src="http://missao.info/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a> </p>]]></content:encoded>
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		<title>Novos recursos na área da hermenêutica</title>
		<link>http://missao.info/2007/03/31/novos-recursos-na-area-da-hermeneutica/</link>
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		<pubDate>Sat, 31 Mar 2007 23:37:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Timóteo Carriker</dc:creator>
				<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[recursos  missionários]]></category>

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		<description><![CDATA[Na página indicada na coluna direita ao lado, se encontra duas apresentações em PowerPoint dos principais &#8220;eixos&#8221; e &#8220;planos&#8221; dos paradigmas hermenêuticos. São modelos geomêtricos de duas dimensões, o primeiro sendo uma tipologia das perspectivas hermenêuticas das diversas ciências, e o segundo se baseando nas observações de Paulo Ricoeur, pai da hermenêutica moderna. Eixos hermenêuticos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na página indicada na coluna direita ao lado, se encontra duas apresentações em PowerPoint dos principais &#8220;eixos&#8221; e &#8220;planos&#8221; dos paradigmas hermenêuticos. São modelos geomêtricos de duas dimensões, o primeiro sendo uma tipologia das perspectivas hermenêuticas das diversas ciências, e o segundo se baseando nas observações de Paulo Ricoeur, pai da hermenêutica moderna.</p>
<blockquote><p><a href="http://missao.info/wp-content/uploads/2007/11/eixos-hermeneuticos.ppt" target="_blank"><em><strong>Eixos hermenêuticos</strong></em></a></p>
<p><a href="http://missao.info/wp-content/uploads/2007/11/planos-hermeneuticos.ppt" target="_blank"><em><strong>Planos hermenêuticos</strong></em></a></p></blockquote>
<p><img src="http://rakeshkumar.wordpress.com/files/2006/08/technorati.gif" alt="Technorati" /><strong>Technorati: </strong><a href="http://www.technorati.com/tag/hermenêutica" rel="tag">hermenêutica</a>, <a href="http://www.technorati.com/tag/interpretação" rel="tag">interpretação</a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save"><img src="http://missao.info/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a> </p>]]></content:encoded>
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		<title>Recursos para a educação e a liderança cristãs</title>
		<link>http://missao.info/2007/01/05/recursos-para-a-educacao-teologica-e-missiologica/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Jan 2007 03:09:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Timóteo Carriker</dc:creator>
				<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[preparo  missionário]]></category>
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		<description><![CDATA[Aqui encontrará algumas reflexões sobre a educação teológica e missiológica, relevantes tanto para a igreja local, quanto para instituições de ensino teológico em processo de reavaliação curricular. Estão à sua disposição na página, &#8220;Recursos para a Educação Cristã&#8221; (veja na coluna à direita). Ou simplesmente siga o links a seguir: História da educação religiosa no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui encontrará algumas reflexões sobre a educação teológica e missiológica, relevantes tanto para a igreja local, quanto para instituições de ensino teológico em processo de reavaliação curricular. Estão à sua disposição na página, &#8220;Recursos para a Educação Cristã&#8221; (veja na coluna à direita). Ou simplesmente siga o links a seguir:</p>
<p><a href="http://missao.info/wp-content/uploads/2007/11/novas-paradigmas-para-a-educacao-teologica1.pdf" target="_blank"><strong>História da educação religiosa no Brasil</strong></a></p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://missao.info/wp-content/uploads/2007/11/fundamentos-teologicos-para-a-educacao-crista.pdf" target="_blank"><strong>Fundamentos teologicos para a educação crista</strong></a><a href="http://feemissao.wordpress.com/files/2007/07/fundamentos-teologicos-para-a-educacao-crista.pdf" target="_blank"> </a></p>
<p><a href="http://missao.info/wp-content/uploads/2007/11/implicacoes-pedagogicas_marilda.pdf" target="_blank"><strong>Algumas implicações pedagógicos para um currículo de educação cristã</strong></a></p>
<p><em>Além dos estudos acima, estão à disposição a seguintes apresentações de PowerPoint:</em></p>
<p><a href="http://missao.info/wp-content/uploads/2007/11/educacao-e-missao-da-igreja.ppt" target="_blank"><strong>A educação e a missão da igreja</strong></a></p>
<p><a href="http://missao.info/wp-content/uploads/2007/11/estrategias-educativas-de-mudanca.ppt" target="_blank"><strong>Estratégias educativas de mudança</strong></a></p>
<p><a href="http://missao.info/wp-content/uploads/2007/11/implementacao-da-educacao-crista.ppt" target="_blank"><strong>Implementação da educação cristã</strong></a></p>
<p><a href="http://missao.info/wp-content/uploads/2007/11/jesus-o-bom-educador.ppt" target="_blank"><strong>Jesus, o bom educador</strong></a></p>
<p><a href="http://missao.info/wp-content/uploads/2007/11/papel-do-educador.ppt" target="_blank"><strong>Papel do educador</strong></a></p>
<p><a href="http://missao.info/wp-content/uploads/2007/11/sugestoes-para-aula.ppt" target="_blank"><strong>Sugestões para aula</strong></a></p>
<p><img src="http://rakeshkumar.wordpress.com/files/2006/08/technorati.gif" alt="Technorati" /><strong>Technorati: </strong><a href="http://www.technorati.com/tag/educação+cristã" rel="tag">educação cristã</a>, <a href="http://www.technorati.com/tag/educação+teológica" rel="tag">educação teológica</a>, <a href="http://www.technorati.com/tag/missiologia" rel="tag">missiologia</a></p>
<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save"><img src="http://missao.info/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share/Bookmark"/></a> </p>]]></content:encoded>
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		<title>Ajuda para manter seu uso das línguas bíblicas</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Jan 2007 01:50:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Timóteo Carriker</dc:creator>
				<category><![CDATA[preparo  missionário]]></category>
		<category><![CDATA[recursos  missionários]]></category>

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		<description><![CDATA[Para aqueles que tem o interesse e a formação mais técnicos para a utilização das línguas bíblicas para o desenvolvimento do seu estudo, estou disponilizando &#8220;cartilhas&#8221; para lembrar e aprender vocabulário e regras de gramática. Estão à sua disposição na página, &#8220;Línguas Bíblicas&#8221; (veja na coluna à direita). Ou simplesmente siga o links a seguir: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para aqueles que tem o interesse e a formação mais técnicos para a utilização das línguas bíblicas para o desenvolvimento do seu estudo, estou disponilizando &#8220;cartilhas&#8221; para lembrar e aprender vocabulário e regras de gramática. Estão à sua disposição na página, &#8220;Línguas Bíblicas&#8221; (veja na coluna à direita). Ou simplesmente siga o links a seguir:</p>
<p><strong><a href="http://nomededeus.com/wp-content/uploads/2007/10/grego_01.pdf" target="_blank">Grego Coiné 1:</a></strong><br />
Preposições, Regras de Acentuação, Conjunções, Alfabeto, Combinações Vogais, Aspirações e Acentuação</p>
<p><a href="http://nomededeus.com/wp-content/uploads/2007/10/grego_02.pdf" target="_blank"><strong>Grego Coiné 2:</strong></a><br />
Verbos terminando em ômega, o verbo &#8220;ser&#8221;, Vocabulário de verbos</p>
<p><a href="http://nomededeus.com/wp-content/uploads/2007/10/grego_03.jpg" target="_blank"><strong>Grego Coiné 3:</strong></a><br />
Os Substantivos, Vocabulário de Substantivos</p>
<p><a href="http://nomededeus.com/wp-content/uploads/2007/10/grego_04.jpg" target="_blank"><strong>Grego Coiné 4:</strong></a><br />
Os Pronomes Pessoais, Demonstrativos, Possessivos, Relativos, Interrogativos, e os Artigos Definidos</p>
<p><a href="http://nomededeus.com/wp-content/uploads/2007/10/grego_05.pdf" target="_blank"><strong>Grego Coiné 5:</strong></a><br />
Declinações do verbo regular com término em ômega, excluindo o modo optativo</p>
<p><a href="http://nomededeus.com/wp-content/uploads/2007/10/grego_06.pdf" target="_blank"><strong>Grego Coiné 6:</strong></a><br />
Declinações do verbo regular com término em ômega, incluindo o modo optativo</p>
<p><a href="http://nomededeus.com/wp-content/uploads/2007/10/hebraico_01.pdf" target="_blank"><strong>Hebraico 1:</strong></a><br />
Alfabeto, Vogais, Adjetivo, Artigo Definido e Indefinido, Daguesh e waw conjuntivo</p>
<p><a href="http://nomededeus.com/wp-content/uploads/2007/10/hebraico_02.pdf" target="_blank"><strong>Hebraico 2:</strong></a><br />
Números Cardinais e Ordinais; Preposições; Xevá; e Pronomes Pessoais, Demonstrativos, Interrogativos e Relativos</p>
<p><a href="http://nomededeus.com/wp-content/uploads/2007/10/hebraico_03.pdf" target="_blank"><strong>Hebraico 3:</strong></a><br />
Substantivos</p>
<p><a href="http://nomededeus.com/wp-content/uploads/2007/10/hebraico_04.pdf" target="_blank"><strong>Hebraico 4:</strong></a><br />
Verbos</p>
<p><img src="http://rakeshkumar.wordpress.com/files/2006/08/technorati.gif" alt="Technorati" /><strong>Technorati: </strong><a href="http://www.technorati.com/tag/hebraico" rel="tag">hebraico</a>, <a href="http://www.technorati.com/tag/grego" rel="tag">grego</a>, <a href="http://www.technorati.com/tag/l?nguas+b?blicas" rel="tag">línguas bíblicas</a>, <a href="http://www.technorati.com/tag/gramática+grega" rel="tag">gramática grega</a>, <a href="http://www.technorati.com/tag/gramática+hebraica" rel="tag">gramática hebraica</a></p>
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		<title>Os desafios brasileiros à evangelização mundial</title>
		<link>http://missao.info/2006/12/21/os-desafios-brasileiros-a-evangelizacao-mundial/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Dec 2006 17:51:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Timóteo Carriker</dc:creator>
				<category><![CDATA[organizações missionárias]]></category>
		<category><![CDATA[recursos  missionários]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos primeiros dois números desta revista, procuramos dar as bases bíblicas e teológicas para o evangelismo como missão. É sempre importante nos reportarmos para as bases bíblicas de tudo que fazemos no ministério, se não, correremos o perigo do mero ativismo sem um conteúdo adequado. Era o caso dos discípulos quando voltaram animados dum ministério [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos primeiros dois números desta revista, procuramos dar as bases bíblicas e teológicas para o evangelismo como missão. É sempre importante nos reportarmos para as bases bíblicas de tudo que fazemos no ministério, se não, correremos o perigo do mero ativismo sem um conteúdo adequado. Era o caso dos discípulos quando voltaram animados dum ministério poderoso e Jesus os advertiu colocando o ministério dentro da sua devida perspectiva teológica (Lucas 10.17-20). Hoje queremos avançar para o atual estado da evangelização missionária e o desempenho das igrejas evangélicas neste desafio. O momento é propício também devido à realização do IV Congresso Brasileiro de Missões em Águas de Lindóia nos dias 10-14 de outubro passado. Tive o privilégio de estar lá e quero repassar os desafios que recebemos.<span id="more-18"></span></p>
<p>Comecemos com o quadro bem grande. Primeiro, há quase 6,5 bilhões de pessoas habitando o nosso planeta, metade em zonas rurais e metade em zonas urbanas (no Brasil, mais que 80% da população é urbano!). Um terço desta população de alguma forma é “cristão”, um quinto muçulmano, um pouco mais dum oitavo é hinduísta, um pouco mais dum oitavo não é religioso e depois as porcentagens caem bastante. Enquanto os não-cristãos são dois terços da população humana, quase 30% da população humana (menos que metade do total de não-cristãos) nunca receberam uma boa explicação do evangelho. Poderíamos falar bem mais sobre o quadro geral. Se você quiser explorar mais os diversos dados e aspectos da evangelização mundial, um bom lugar para começar na internet é o site do SEPAL (<a href="http://www.infobrasil.org/">www.infobrasil.org</a>) e um CD produzido pelo SEPAL (<a href="http://www.sepal.org.br/">www.sepal.org.br</a>) chamado “Despertando A Visão”. Estes “sites” também oferecem boas dicas e indicações de material para conscientizar a sua igreja local. Mas, agora, vamos pensar um pouquinho sobre o nosso desempenho nesta história toda, como igrejas brasileiras.</p>
<p>Hoje se estima uma população de mais que 35 milhões de evangélicos dentro duma população geral de 184 milhões. Na última década (1991-2000) a população evangélica cresceu quatro vezes mais rápido que a população brasileira. Nas duas décadas anteriores havia crescido duas vezes mais rápido que a população geral. Hoje há quase 3.200 missionários evangélicos brasileiros trabalhando em outras culturas dentro (760) e fora (2440) do Brasil, sendo que apenas pouco mais de metade destes tem três anos ou mais de experiência no campo missionário. Durante os últimos anos embora o número de missionários brasileiros continue a crescer, o ritmo do seu crescimento começa a diminuir. Para muitos, isto é preocupante, mas nem tanto para mim&#8230; por dois motivos. Primeiro, é natural que grupos cresçam num ritmo mais elevado quando o seu número total é baixo. À medida que cresce o seu número de aderentes, o ritmo do seu crescimento tende a diminuir, mesmo que o seu número absoluto continue a crescer. Segundo, uma diminuição na taxa de crescimento poderá (Mas não necessariamente) representar um momento de tomar fôlego e avaliar o seu compromisso antes de prosseguir. Pode ser até saudável. Tomara que o caso seja este!</p>
<p>Um indício que o movimento missionário evangélico brasileiro está se comprometendo mais se encontra no destino do seu envio. Cerca de 20% destes missionários trabalha nas regiões mais difíceis de alcançar, a chamada “Janela 10/40” (proximamente falaremos mais sobre isto). Embora isto não pareça bom, representa um aumento de quatro vezes desde 1989 quanto apenas 5% dos missionários evangélicos brasileiros trabalhava nestas mesmas regiões.</p>
<p>Bem, esta é a situação atual. Enfim, como estamos indo? Em geral, eu diria que o empenho está crescendo em tamanho e em maturidade. Por isso, só podemos agradecer a Deus (lembre da passagem que citamos acima!). Mas ainda é um esforço tímido quando comparamos com o tamanho da igreja brasileira. Você mesmo faça os cálculos baseado nos dados acima! Atualmente quantos brasileiros evangélicos enviam um missionário transcultural. Está bom?</p>
<p><em>original publicado em dezembro 2005 na revista,</em> Atual Gospel</p>
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