06 Dec 2006
Autor
Título
- Co-obreiro da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos da América com a Igreja Presbiteriana Independente do Brasil
Responsibilidades
- Ensino nos cursos de graduação e pós-graduação
- Pesquisa e produção de material missiológico
Departamento
- Secretaria de Educação Continuada da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil
- Secretaria de Educação Teológica da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil
- Secretaria de Educação Cristã da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil
Contato
Projetos Atuais
- Escrever um livro intitulado: O evangelho e a missão apocalípticos de Paulo, de approximadamente 300 páginas.
- Escrever uma série de três volumes sobre o evangelismo, incluindo a teoria, a prática e estudos de caso sobre o evangelismo
- Desenvolver um curso modular em cinco partes para líderes de igrejas locais de conscientização missionária, incluindo:
- Os fundamentos bíblicos e teológicos da missão da igreja
- Os precedentes e tendências históricas
- O encontro do evangelho com a cultura
- As estratégias missionárias da igreja local
- A relação entre a igreja local, o missionário, e a agência enviadora
- Ensinar cursos de graduação e de pós-graduação em instituições teológicas e centros de treinamento missionário
Ministério
Timóteo serviu a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos da América no ministério de acampamentos, evangelismo e desenvolvimento de igrejas no centro-oeste e sul do Brasil entre 1977 e 1984, e na área de educação teológica em Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina e agora Ceará desde 1984 até hoje. Neste período, organizou e ensinou em diversos programas de formação missionária e de pós-graduação em missiologia.
Seus interesses se focalizam especialmente nos fundamentos bíblicos da missão da igreja e nas contribuições das ciências sociais para o desenvolvimento de teologias locais e contextualizadas e na communicação intercultural. É autor de cinco livros e 60 artigos, organizador de sete volumes e coordenador da tradução de dois livros. Foi o presidente fundador da Associação de Professores de Missões no Brasil, consultor da Associação de Missões Transculturais Brasileiras e diversas outras organizações missionárias e presidente da diretoria da Missão Evangélica Caiuá.
Formação
- 1975, Bacharelado de Artes (B.A.) em Ciências da Religião na Universidade de Carolina do Norte em Charlotte
- 1976, Aluno especial na Escola de Divindade de Harvard
- 1978, Mestrado em Divindade (M.Div.) no Seminário Teológico Gordon-Conwell
- 1981, Aluno especial no Seminário Teológico Union em Richmond
- 1987, Mestrado de Teologia (Th.M.) in Missiologia na Escola de Estudos Interculturais do Seminário Teológico Fuller
- 1994, Doutorado de Filosofia (Ph.D.) em Estudos Interculturais na Escola de Estudos Interculturais do Seminário Teológico Fuller
Para mais informações acadêmicas, veja o seu currículo no site: Plataforma Lattes e procure por “Charles Timothy Carriker”
Interesses pessoais
- Surfar de pranchão
- Caminhar
- Jardinagem
Livros do Timóteo
Torá Bilíngue King James
Autor: Dr. Tim Carriker & Comitê King James
agosto de 2010: Abba Press, 832 páginas
A Torá é o mais sagrado dos escritos para os judeus e também reconhecido por todos cristãos como o Pentateuco, os primeiros cinco livros da Bíblia. Inclui poesia, prosa, História, milagres e Lei numa cronologia narrativa que abrange milhares de anos. Com a exceção de poucas palavras em aramaico, a Torá foi escrita inteiramente em hebraico. Seu papel é central para as demais partes da Bíblia que pressupõem e se referem aos eventos que são narrados nela. Timóteo fez a diagramação do texto hebraico nas páginas pares e da nova versão em português, King James, nas páginas ímpares. Também escreveu as notas exegéticas ao longo do texto hebraico e outras orientações no início e no final destes primeiros cinco livros do Antigo Testamento.
Proclamando boas novas. Bases sólidas para o evangelismo.
setembro de 2008 pela Editora Palavra, 182 páginas
Este é um livro que procura esclarecer alguns dos fundamentos da teoria do evangelismo. Seu objetivo principal não é de fornecer explícita e simplesmente métodos e técnicas programáticos para o crescimento da igreja. Creio que tais métodos e técnicas sejam absolutamente indispen¬sáveis, e mereçam um volume inteiro à parte. Ao mesmo tempo, métodos e técnicas são limitados na sua aplicação por fatores de geração, região, classe social e econômica, formação escolar e cultura ou nacionalidade. O que é apropriado num lugar e com um povo não tem a mesma repercussão em outro lugar ou entre outro povo. Por isso, embora o estudo de técnicas e metodologias seja importante e necessário (e eu acredito mesmo nisso), a compreensão e elaboração da base teórica e de princípios teológicos aumenta a possibilidade de elaborar ou adaptar novas técnicas e metodologias a situações diferentes. Por isso, o forte enfoque dos ensaios a seguir está na teoria e na teologia do evangelismo. Mesmo assim, uma leitura cuidadosa encontrará muitas idéias práticas ao longo do texto.
O evangelho e a cultura:
Leituras para a antropologia missionária
2008, 212 páginas
Este livro reune 20 ensaios (15 inéditos e mais 5 dos melhores ensaios de Missões e a igreja brasileira. Perspectivas culturais) que tratam das diversas dimensões da comunicação transcultural da fé. Alguns são reflexões mais técnicas, outras são mais populares. Mas todos visam capacitar candidatos ao ministério missionário a terem uma compreensão mais criteriosa da expressão da fé dentro de outras culturas.
Cartilhas de Grego Coiné e Hebraico Bíblico
2008; 18 páginas
Estas cartilhas reunem paradigmas gramaticais para as duas principais línguas bíblicas, o grego coiné e o hebraico bíblico. Incluem conjugações verbais, declinações de substantivos, vocabulário básico e as regras principais a respeito do uso de conjunções, pronomes, e artigos. Servem tanto para o aprendiz (seminários e estudantes de teologia) quanto para aqueles que queira refrescar a memória. Poderá destacar e palstificar as páginas para carregar na sua pessoa e revisar periodicamente.
A missão apocalíptica de Paulo
2007: Abba Press, 159 páginas
Prefácio
O presente livro é fruto de incialmente dez anos de pesquisa que culminaram numa tese de doutorado sob a orientação de David Bosch e Arthur Glasser. A pesquisa continuou ao longo dos mais onze anos, sendo publicados alguns capítulos do presente livro em diversas revistas acadêmicas no Brasil. Portanto, a caminhada para chegar no presente texto foi longa e rica. Entretanto, trata de apenas um aspecto da vida de Paulo, sua missão, e por trás desta missão, um só pano de fundo, o apocalipticismo. Há muito mais que pode e deve escrever a respeito deste homem que Deus usou para definir o rosto do cristianismo primitivo que predominou cada vez mais. Mas acredito que tanto a sua missão é central à compreensão de Paulo, quanto o apocalipticismo é fundamental para elucidar melhor tal missão. Eis o motivo deste livro.
A visão missionária da Bíblia.
Uma história de amor
2005: Editora Ultimato, 134 páginas
Prefácio
..assim importa que o Filho do Homem seja levantado….Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3.14b, 16)
Com o importante líder oficial dos judeus, Nicodemos, Jesus não desperdiçava palavras. De certo modo, não precisava, pois Nicodemos pertencia ao partido religioso, os fariseus, que talvez mais prestigiasse as Escrituras e sabia bem a Palavra de Deus. Não era o caso de Jesus informá-lo, e sim, esclarecer-lhe. Muita coisa Nicodemos sabia, mas o fundamental, ele não conhecia no íntimo. Pelo que Nicodemos sabia, Jesus pôde falar direto com ele e isto Jesus o fez. Chegou logo no xis da questão. Nicodemos, reconhecendo a autoridade de Jesus, queria saber mais, e Jesus não perdeu tempo: para ver o reino de Deus, é necessário nascer de novo!
O caminho missionário de Deus.
Uma teologia bíblica de missões
2005: Palavra (2000: Sepal), 321 páginas
Capítulo 1: Raízes na Bíblia, missão no mundo
O povo de Deus, durante toda a sua história, foi sempre sujeito a crises que ameaçavam sua sobrevivência. Por vezes a crise era externa: uma conquista, um cativeiro ou uma dominação política ou cultural. Em outras ocasiões a crise era interna: o compromisso com outras religiões, ou a negligência de seu dever diante de Deus ou de seu papel entre as nações. Apesar destes perigos e falhas, Deus sempre se manifestou fiel em seu relacionamento especial com o seu povo e realizou seus propósitos para com o mundo fosse a despeito da falha do seu povo ou até em confronto com ele. Somente esta fidelidade de Deus, a sua graça, garantiu a sobrevivência do seu povo ….
Trabalho, Descanso, e Dinheiro.
Uma abordagem bíblica
1997, 2001: Editora Ultimato, 78 páginas
Introdução
Voltem para mim a fim de que tenham vida. Amós 5.4 BLH
Certa vez, um especialista na lei judaica, reparando que Jesus lidava bem as questões teológicas, se dirigiu a ele e perguntou: “De todos os mandamentos, qual é o mais importante?” (Marcos 12.30 NVI; cf. Mateus 22.37 e Lucas 10.27). Na verdade, este tipo de pergunta não era nenhuma novidade. Não era raro os bons rabinos resumirem a lei. Era uma tradição bem antiga, começando no próprio Antigo Testamento. O rabino Simlai, que vivia no século III depois de Cristo, afirmou que nas Escrituras Hebraicas (O Antigo Testamento) havia um total 613 leis, sendo 248 positivas e 365 negativas. Os números possuiam significância simbólica para os judeus, e este rabino famoso dizia que as leis positivas representavam o número de ossos no corpo humano e as 365 leis negativas, o número de dias no ano. Observou que no Salmo 15 todas estas leis foram resumidas em apenas onze características daquele que é digno de morar no templo do Senhor. Além disto, o profeta, em Isaías 33.14-16, reduziu ainda mais as leis a seis qualidades daquele que verdadeiramente anda com Deus. Tais qualidades são restringidas novamente em Miquéias 6.6-8, esta vez a três. De novo, em Isaías 56.1 são limitadas a duas e, em Amós 5.4, finalmente a uma só: “Buscai-me, e vivei” (RA)….
As Cartas de Paulo. Revista Vivendo a Fé 14. 2009: Editora Pendão Real. É uma revista de 17 lições para a Escola Dominical sobre:
Cartas de Paulo aos Gálatas:
01 Onde está a saudação legal?
02 Apóstolos também ficam bravos!
03 Discordância na liderança nem sempre é ruim
04 O distintivo da nossa identidade: a cruz
05 Quando a igreja precisa acordar
06 Acertando a nossa teologia
07 A dificílima tarefa de largar os costumes
08 A liberdade guiada pelo amor
09 O serviço sacrificial como medida da liderança autêntica.
Carta de Paulo aos Filipenses
10 Caciques não e sim, servos!
11 O amor sensato
12 As coisas mais importantes
13 A lição que sempre estamos aprendendo
14 A humildade de Cristo encarnada em nós
15 Cuidado com os cachorros
16 Cidadania celestial
17 Vida alegre
18 Contentamento! Força!
As Cartas de Paulo. Revista Vivendo a Fé 9.
2007: Editora Pendão Real
É uma revista de 17 lições para a Escola Dominical que faz um panorama de todas a cartas de Paulo. Apresenta uma breve história de Paulo, das suas viagens missionárias (muito mais que 3!) e uma introdução para cada uma das suas cartas. Também dá as primeiras pistas sobre a situação histórica e cultural de cada carta. Está sendo usando especialmente pelas igreja da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil como pano de fundo duma outra série de lições de Escola Dominical, cada uma também de 17 lições e que focalizar apenas uma das cartas maiores de Paulo ou até três das menores.
compre… AQUI
Missões na Bíblia. Princípios Gerais
1992: Edições Vida Nova
É um livro destinado a todos os cristãos, em linguagem simples, que esboça o assunto de “missões” ao longo das Escrituras Sagradas.
Introdução
Sentado em nossa sala, um jovem engenheiro-agrônomo refletia a respeito de sua vida anterior, quando estudante universitário cristão e zeloso pela evangelização: “Naquela época eu ia e voltava de ônibus da cidade ao campus, e poucos foram os colegas ao meu lado que não ouviram o Evangelho através do meu testemunho. Mas, hoje em dia, sei lá, tenho amadurecido na fé e já não reajo com as pessoas como um recém-convertido…”
Pus-me então a pensar quantos cristãos cometem o mesmo engano relacionando o evangelismo ardente e fiel apenas com os primeiros passos, com entusiasmo do primeiro estágio da vida cristã, que se transforma em seguida num respeitoso silêncio, fruto de um “amadurecimento” na fé. Tal atitude reflete falta de conhecimento da perspectiva bíblica sobre a missão da igreja e sua tarefa evangelística.
Missões e a Igreja Brasileira. em 5 volumes:
Vol. 1: Vocação Missionária
Vol. 2: Perspectivas Históricas
Vol. 3: Perspectivas Teológicas
Vol. 4: Perspectivas Estratégicas
Vol. 5: Perspectivas Culturais
1993: Edições Mundo Cristão
Prefácio
As igrejas evangélicas no Brasil estão passando por uma conscientização da sua responsabilidade e potência para a evangelização mundial. Por isso damos graças a Deus que desperta e capacita. Tudo indica que as igrejas evangélicas brasileiras estão avançando no seu papel junto às igrejas do mundo inteiro no anúncio do reino de Deus, como testemunho entre todas as nações (Mt 24.14). A presente série sobre missões e a igreja brasileira , portanto, precisa ser vista neste contexto de despertamento e surgimento de entidades missionárias — juntas, agências, instituições de treinamento, associações, conferências e consultas….
LIVROS QUE PREFACIEI:
O tempo de Deus. A Bíblia e o futuro.
2004: Editora Ultimato.
Na pressa de aplicar o conteúdo de textos bíblicos considerados apocalíptícos a situações contemporâneas, exposições populares sobre o fim dos tempos raramente levam a sério o contexto histórico e cultural desses textos. Craig Hill não apenas desenvolve esse contexto, como também ilustra tal desenvolvimento por meio de abundantes citações de livros judaicos bíblicos e extrabíblicos.
O autor escreve como historiador. Por um lado, a preocupação fundamental da pesquisa bíblica, ou da exegese, nos seminários e nas universidades, é a história — o que, de fato, aconteceu. Por outro lado, a preocupação da teologia é o sentido — o que significa. As perguntas que a pesquisa bíblica levanta e as respostas que procura, portanto, fazem parte do interesse pela história. O livro levanta perguntas históricas. O significado e a relevância dessas perguntas para a vida da igreja hoje demoram um pouco mais para surgir. Mas, quando surgem, suas bases são mais sólidas e menos especulativas.
Leia mais AQUI

Criando comunidades do reino. Modelos Neotestamentários da Implantação de Igrejas.
1995: Editora Hagnos & Editora Cristã Unida
Livros sobre a implantação de igrejas não faltam. Os críticos, entretanto, há muito tempo reparam o seu embasamento bíblico fraco e precário. Criando Comunidades do Reino contribui muito para corrigir tal fraqueza.
Percorrendo o Novo Testamento, e com especial atenção ao Livro de Atos, os autores mantêm um constante e criativo diálogo entre os princípios bíblicos e os desafios atuais da implantação e desenvolvimento de igrejas.
Não somente os missiólogos e professores de evangelismo acharão indispensável a leitura deste livro, mas todos os pastores e líderes interessados na penetração dos valores do Reino de Deus em nosso mundo.
Endereços de Editoras dos livros do Timóteo:
Abba Press do Brasil
Rua Manuel A. Medina, 298 – Interlagos
Cep: 04650-031 – São Paulo – SP
Fone/Fax: (11) 5686-7046 – 5686-5058
E-mail: abbapress@abbapress.com.br
Página: www.abbapress.com.brEditora Mundo Cristão
Rua Antônio Carlos Tacconi, 79
Cidade Dutra
04810-020 São Paulo, SP
Telefones: (0xx11) 566-65011Editora Palavra (Mercado Evangélico)
CLN 201 Bloco “C” Subsolo
70832-530-Brasília, DF
Telefone: (0xx61) 3326-7883
Email: editorapalavra@opendf.com.brEditora Pendão Real
Telefones.: (Oxx11) 3257-4847 / 3255-3995
Email: pendaoreal@pendaoreal.com.brEditora Ultimato
Caixa Postal 53
36570-000 Viçosa, MG
Telefones: (0xx31) 891-3149
E-mail: ultimato@ultimato.com.brEdições Vida Nova
Rua Antônio Carlos Tacconi, 75
Cidade Dutra
04810-020 São Paulo, SP
Telefones: (0xx11) 566-61911
E-mail: evnsp@uol.com.br
















Oi Timóteo, enfim vem para o Nordeste…
Que bom.
Deus abençoe o novo momento de vocês em Fortaleza!
um abraço.
Olá Dr. Timóteo Carriker,
Sou professora do Seminario Presbiteriano Renovado de Cianorte, onde o senhor estará em Setembro no nosso Simpóseo de Teologia e Missão. Estamos precisando de um número de telefone para contato.
Desde já agradeço.
Cris Maria
É verdade que a referida igreja PC-USA já está ordenando homossexuais e lésbicas?
É isso que vcs vem ensinar aqui no Brasil?
http://www.baptistlink.com/creationists/mundanismo.htm
É verdade que essa sua denominação IP-USA já está ordenando pastores gays e lesbicas?
É isso que vcs vem ensinar no Brasil?
http://tempora-mores.blogspot.com/2006/07/denominao-americana-finalmente-aprova.html
Caro usuário,
Não há necessidade de se esconder atrás do anonimato. A resposta à suas duas perguntas é não e não. Procure se informar não de terceiros a respeito da PCUSA, e sim dos órgãos oficiais desta denominação: http://www.pcusa.org. Lá, verá que a PCUSA não aprova, em hipótese alguma, a ordenação de homosexuais. Antes exige fidelidade no casamento heterosexual ou castidade no caso de solteiros, para se qualificar para a ordenação. Isto não é decisão casual ou passageiro, mas entrou na própria constituição. Ensinamos o mesmo no Brasil, conforme a orientação clara e bíblica. Se um dia, algum presbitério contrariar a decisão explícita da Assembléia Geral, o que não ocorreu até hoje, haverá certamente um processo contra a decisão daquele presbitério. Não escondo o fato também de que nem todos os ministros concordam com a decisão da Assembléia Geral e alguns têm ordenado homosexuais de modo escondido. A inclusão da referida determinação na constituição da denominação visa deslegitimar estes casos.
Infelizmente todo o discurso da sua fonte (http://tempora-mores.blogspot.com/2006/07/denominao-americana-finalmente-aprova.html) a respeito de liberalismo e relativismo cultural para “explicar” esta questão confunde muito mais as questões em jogo do que esclarece. E a comparação com a ordenação feminino é mais infleiz ainda. Os argumentos a favor da ordenação feminina poderão partir ou do relativismo cultural da Bíblia ou da devida interpretação histórica e intertextual da Bíblia. Tipicamente posições liberais favorais à ordenação feminina partem do primeiro, enquanto as posições conservadoras (que aceitam a plena inspiração das Escrituras) partem da interpretação histórica e gramatical dos textos.
Caro Tim Carriker,
Obrigado por seu comentário, que traz a sua interpretação dos fatos.
Quanto à veracidade da notícia, quando ela saiu, chequei com várias pessoas da PCUSA que confirmaram a sua veracidade. Elas aparentemente têm uma posição contrária à sua e interpretam de forma diferente as decisões da PCUSA. Muitas delas estão saindo da PCUSA, como essa grande leva de igrejas e pastores que saíram recentemente para a EPC. Pelo jeito, eles interpretam as decisões da PCUSA de maneira um pouco diferente da sua, embora essa não tenha sido a única razão pela qual eles e milhares de outros abandonam anualmente a PCUSA.
Da mesma forma que o irmão considerou infeliz minha comparação dos argumentos da ordenação feminina com os argumentos em favor da homossexualidade in office considero infeliz sua tentativa de negar o óbvio do que está acontecendo em sua denominação.
Você diz também que “Os argumentos a favor da ordenação feminina poderão partir ou do relativismo cultural da Bíblia ou da devida interpretação histórica e intertextual da Bíblia. Tipicamente posições liberais favoráveis à ordenação feminina partem do primeiro, enquanto as posições conservadoras (que aceitam a plena inspiração das Escrituras) partem da interpretação histórica e gramatical dos textos”. Lamento discordar. Para mim a plena inspiração da Escritura significa a sua relevância para todas as épocas. A exegese gramático-histórico sempre aceitou a validade do ensino de Paulo acerca da submissão feminina e do papel de liderança do homem cristão qualificado. É o método histórico-crítico que tem esvaziado o ensino paulino.
Continuo orando ao nosso Deus, que nos ouve, para que os irmãos da PCUSA, como você e outros, tomem uma posição firme contra o liberalismo teológico que tem penetrado profundamente na sua denominação, e que tem corroído pontos fundamentais da nossa fé.
Um abraço,
Augustus
Augustus Nicodemos,
Concordo com e abraço muito que o caro amigo escreveu. Nunca neguei e lamento igualmente que muitos têm saido da PCUSA, inclusive por causa desta questão, como é grandemente conhecido o êxodo das denominações “históricas” de modo geral por muitas outras razões. Também muitos têm permanecido. Logo, não tenho “negado o óbvio” do que tem acontecido nesta denominação.
Também jamais neguei que hajam várias interpretações a respeito das decisôes da Assembléia Geral no ano passado. Afinal estou dialogando contigo mesmo que adotou uma interpretação diferente. Apenas fiz um apelo, que para um doutor em exegese deveria fazer bastante sentido, que verifique as fontes primárias (deliberativas) e não dependa das fontes segundárias (interpretativas). Não é possivél que alguém tão bem treinado na exegese bíblica negue a importânica de buscar as fontes primárias. Claro que as interpretações serão múltiplas. Desde quando na história humana isto não foi o caso? Mas, no mínimo, poderá fornecer aos seus leitores a fonte primária.
Também concordo que “a plena inspiração da Escritura significa a sua relevância para todas as épocas”. Amém! Glória Deus! Só que isto não resolve o que as Escrituras de fato proscrevem ou proibem. Novamente, você negligenciou a observação que EU apelei também para o método gramatical enquanto discordo com a sua leitura a respeito da ordenação feminina. Logo, sua conclusão é equivocada de que “A exegese gramático-histórico sempre aceitou a validade do ensino de Paulo acerca da submissão feminina e do papel de liderança do homem cristão qualificado”. E não estou sozinho.
Fiquei feliz, entretanto, que saiu do anonimato, se bem que nunca imaginei que o anônimo fosse você. Aliás fico extremamente perplexo que no seu site você denunciou tão fortemente o anonimato de outro leitor que queria falar contigo. Tal duplicidade da sua parte não coaduna nem com o espírito cristão e nem com a integridade acadêmica. Por favor, aceite a minha exortação como dum amado irmão na fé.
Carinhosamente, Timóteo
Acabo de receber um telefonema esclarecedor do Dr. Augustus Nicodemus a respeito duma repreensão que eu havia feito pelo que eu entendi ser o uso do anonimato. Ele afirmou que o uso do email, usuario@ig.com.br, não foi por ele e eu acredito na sua palavra como alguém que tem se colocado diante da comunidade cristã como expositor fiel da Palavra de Deus. Por isso, a minha repreensão se mostra indevida, graças a Deus, e lamento que a nossa conversa se caracterizou pela dificuldade de ouvir o que cada um estava tentando dizer. Minha repreensão foi indevida e peço desculpas pelo dano e aborrecimento que isso causou. A minha preocupação, e tenho absoluta certeza que é a mesma preocupação do Dr. Augustus, é pela edificação do corpo de Cristo através da defesa da fé e a promoção do evangelho.
Aqui registro a minha admiração pela integridade do referido irmão mesmo quando não concordemos em tudo.
Timóteo Carriker
O site de voces esta cada dia melhor, tnho procurado acompanhar todo o movimento.
Amado irmao Timoteo estamos te aguardando aqui no ES no mes de abril, todos estao ansiosos por conhece-lo e os que ja o conhece, ficaram super felizes em poder reencontrar o imao.
abraco,
Ireni
Eu agradeço e louvo ao Senhor, por ter Ele eleito pessoas que possam ajudar a edificar o corpo de Cristo. Suas considerações e ajuda ao aprofundamento crítico, textual e missiológico da Igreja do Senhor tem me apoiado a ver claramente a mensagem que o Senhor Jesus deixou para nós. Rogo ao Senhor que me apoie e me conceda sabedoria para ser um líder “segundo o seu coração”, e que “não tem que se envergonhar” e “que maneja bem a Palavra da Verdade”. Obrigado meu irmão. Li o livro “O Tempo de Deus” de Craig C. Hill e a sua apresentação foi para mim algo precioso e estimulante. Estou morando aqui nos EUA, na cidade de Salisbury em Maryland, sou um plantador de igreja pela Convenção Batista dos Estados Unidos, e tenho pretensões de fazer mestrado e doutorado aqui em Washington que é perto da cidade onde moro, bem como, servir melhor ao meu Salvador e Senhor. Suas considerações, ajuda e apoio, bem como suas orações, serão fundamentais para eu alcançar estes objetivos.
Paulo:
Fico muito contente com os seus comentários e apoio. Deus o abençoe nos seus planos…..
Prezado Timmóteo,
Que o Senhor lhe abençoe a cada dia mais.
Estamos caminhando aqui na Venezuela por uma mesma causa, gostaria de dizer que conheci seu site só agora e já estou sendo muito abençoado.
Quero parabeniza-lo pelo excelente trabalho.
No temor do Senhor
Rodrigo Allan
Miss. na Venezuela
O debate da questão “ordenação de gays e lésbicas” e a “ordenação feminina”, foi muito interessante. Penso que é um tema importante a ser discutido, pois a igreja cristã no Brasil, precisa estar atenta aos novos tempos que pairam sobre nós. Quanto mais debates sérios, com exposições de fontes, exegeses bíblicas (que inclusive vc sabe fazer de forma primorosa), esclarecerá ou trará mais confusão sobre os referidos temas.
Não é tempo de termos medo das confrontações; penso que no momento de transições e mudanças que a sociedade vive, não podemos deixar de inferir sobre estas questões.
Me preocupo, também, que estes assuntos não podem ser tratados apenas pelos caminhos da “minha santa e imaculada tradição eclesiástica”, pois temos, ainda, pelo menos, nossa herança reformada que dá primazia a Sagradas Escrituras. Porém, a questão é mais complicada, porque a Bíblia não tem respostas prontas e acabadas para todo tipo de assunto – daí a necessidade do debate sério, filosófico, coerente, sem tanto preconceitos, tendo como fundamentos os princípios essenciais da Palavra de Deus.
Bom dia,
Gostaria de saber como se escreve GABRIELA
Bom dia,
Gostaria de saber como se escreve GABRIELA em hebraico
(com o alfabeto heibraico)
e a origem e significado do nome
Obrigada
eu gostaria de saber como escreve o nome Gabriela em Hebraico, ficarei grata se vc me responder, desde já, muito obrigada!
Beijos!*
Penso que a questão da ordenação só é injustificada porque precipitada; se as igrejas cristãs mal ter recursos para lidar pastoralmente com pessoas de orientação homossexual, como falarmos em ordenação????
A grande questão que vejo, é que os extremos opostos se parecem. Tanto os extremos liberais, quanto o fundamentalismo, são ridiculamente presunçosos. Um, crê que existe e que tem acesso a uma “Razão”, como objeto, unitário, universal e imediatamente acessível ao exercício. Os outros, tomam a Bíblia como Ditado de Deus, numa postura só sustentável como petição de princípio, e repetem para si mesmos que eles lêem e dominam mais a Bíblia do que todos os demais no mundo.
Neste sentido apenas considerei errada a atitude da PCUSA; como precipitada, não como errada.
O fundamentalismo joga com esse discurso-curinga do “abandono dos fiéis”. Vejamos o panorama das igrejas tradicionais no Brasil, para ver que isso é falacioso. Abra um galpão escrito “milagre hoje” e veja se em um mês não terá mais membros do que uma igreja tradicional acumulou em 10 anos. Igrejas explodem de crescimento hoje é assim, explorando o sofrimento alheio. Se o parâmetro for esse, então se entre no jogo. Se não, necessário é repensar a cantilena.
Já passei da descrença ao fundamentalismo, e esse me levou novamente a ela, dispensada hoje como um cristão confessional, mas aberto ao repensar à luz da vida. E não somente as ferramentas que posso acessar pelas diversas ciências, bem como uma hermenêutica bíblica, como sobretudo refletindo à luz da vida, e pelas experiências que pude ver de perto com pessoas próximas a mim, que rejeito a visão exclusivista da homoafetividade. Penso que, sem querer fincar bandeira num extremo, a saída seria igrejas compreensivas e inclusivas convivendo sem imposição ou estigmatização. Afora isso, somando a questões diversas que transcendem esta específica, não vejo relevância para o mundo de hoje nem no liberalismo ôco nem no fundamentalismo engessante, que servem apenas para afirmação do ego presunçoso dos dois grupos, convencendo a si mesmos do que fincam o pé de antemão. E um usando o nome do outro como mantra para fazer questões complexas ficarem simplistas.
Me desculpe o tom, foi um desabafo, mas procurei ser comedido.
Olá Timóteo,
Gostaria de saber como escrever Paz em hebraico.
Sei que se escreve ???? (shalom) mas queria saber com o sistema massoreta, isto é com as vogais.
Serei muito agradecido se puder me ajudar, pretendo fazer uma tatuagem dessa escrita, tem um grande significado pra mim.
Grato,
Ivan Cruz